
Deambulo pela chuva estridente, fria e honrada, sem rumo definido ...
Penso em ti,
Um aperto volumoso apodera-se de mim ...
Não consigo sorrir ...
Não há razões para sorrir ...
Embora lá no fundo saiba que posso esboçar esse sorriso ...
Prefiro não o fazer ...
Vou guarda-lo para mais tarde ...
Um casal vagueia de mão dada, sorridente, ao som da chuva que bate e bate sem medo,
Olho para o chão ...
Também gostava, penso eu ...
Qual será a sensação ?
Vaguear pela chuva ao lado de quem amas, trocando sorrisos, abraços, mimos, sem te importares do que os outros dizem, pensam ou murmuram ...
Não sei ...
Prefiro não pensar ...
Prefiro continuar ...
Calafrios secos fazem-me estremecer, relembrando-me de que estou vivo ...
Lembro-me daquela noite ...
Daquela em que os dois corpos se tocaram pela primeira vez ...
Daquela em que os ânimos se aqueceram, se entrelaçaram, se apresentaram ...
Lembro-me do teu sorriso ...
Lembro-me da tua partida ...
Do teu cheiro em mim ...
Agora sim, gasto um pouco desse sorriso ...
Sabe bem ...




Lindo e sublime seu cantinho e suas palavras.
ResponderEliminarBjs de mel
ursinha
a falta de um sorriso é algo de tão triste... incontrolável. Mas se procurarmos bem no fundo, existe sempre algo que o aviva na memória e reanima na face...
ResponderEliminarbjs libertyos
Hi my fried.
ResponderEliminarThe memory never dies and is always your own.
Your words are true and touching.
Sorry if my translation is not good.
"Don't"
Athens.
ursinha.
ResponderEliminarObrigado pelo elogio :)
Cumprimentos.
------------
Libertya,
procuro diariamente razões para sorrir, mas infelizmente neste momento, não está para risos, risadas e alegrias....
Melhores dias virão...
Obrigado pelo comentário.
Saudações
---------------
Don´t leave me
Believe it my friend, in this post, my soul is speaking in every single and kindest word ...
The memory still remains...
Thank you for your kind comment.
Regards